quarta-feira, 9 de junho de 2010

Gato 'prevê' morte de idosos em clínica nos EUA

A suposta habilidade de um gato dos Estados Unidos de prever quando um dos moradores de uma clínica para idosos vai morrer está surpreendendo médicos e até levou um cientista a estudar o comportamento do felino.

O gato Oscar tem o hábito de se aninhar perto de pacientes em Providence, no Estado de Rhode Island (nordeste do país), em suas últimas horas de vida.

Segundo o autor do estudo sobre ele, publicado na revista de medicina New England Journal of Medicine, o gato de dois anos teria acertado suas previsões de morte em mais de 25 casos até o momento.

Funcionários contam que ele faz suas próprias rondas pela casa, como os médicos e enfermeiras que trabalham no local.

"Não é que o gato é sempre o primeiro a aparecer", disse Joan Teno, professora de uma universidade local que visita pacientes na clínica. "Mas o gato sempre consegue fazer uma aparição, e é sempre nas últimas duas horas (de vida da pessoa)."

Oscar foi adotado quando ainda era filhote no Centro de Reabilitação e Casa de Repouso Steere House.

Depois de terem testemunhado tantas vezes os "poderes" do felino, os funcionários da clínica agora avisam os familiares dos moradores quando Oscar se senta perto de algum dos moradores.

"Gatos geralmente podem sentir quando seus donos estão doentes ou quando outro animal está doente", disse Thomas Graves, especialista em felinos da Universidade do Illinois, à BBC.

"Eles podem sentir quando o clima vai mudar, são famosos por serem sensíveis a premonições de terremotos", acrescentou.

terça-feira, 1 de junho de 2010

CASTRAÇÃO QUÍMICA: POLÊMICA EM VISTA

Trazendo à tona mais um tema polêmico com vistas à informação de proprietários e bem estar de animais, abordaremos um novo método de castração em cães machos, desenvolvido por estrangeiros e adaptado ao país por uma empresa do interior de São Paulo. A castração química consiste em uma única aplicação intra-testicular (uma em cada) de um produto à base de gluconato de zinco, cuja ação remete á inflamação lenta e gradativa das células testiculares, interrompendo sua irrigação e proporcionando posterior fibrose do órgão, tornando-o inútil.

O produto foi apresentado às entidades (CRMV-sp/ ONGs protetoras/ prefeituras…) em evento no início deste mês e, como não poderia deixar de ser, muitas dúvidas pairaram no ar. Desde o embasamento científico que justificasse o registro do produto junto ao ministério da agricultura , passando pela sua aplicação que não exige a presença do veterinário ou sequer um procedimento de sedação/ anestesia até o alcance do objetivo em que ninguém cita o fator “dor”.
Como pode ser possível a aprovação de tal produto para aplicação em larga escala sem conhecimento mais detalhado acerca de seus efeitos colaterais a longo prazo? No trabalho científico apresentado para justificar o uso do produto, foram analisadas aplicações em apenas 11 cães. Uma amostragem muito pequena que provavelmente precede conclusões antecipadas.

Mesmo que apenas veterinários aplicassem o produto, o risco de formação de fístulas drenantes e abcessos já seria muito grande. Caso leigos e donos de pet shop resolvam aplicar, a incidência deverá ser muito maior. No caso de complicações pós-aplicação o tratamento consiste justamente na castração.

Ainda sobre os efeitos deste processo, devemos ter em mente que não é possível a medição da dor, processo este também subjetivo aos animais. Será que dói uma agulha entrando em nosso testículo e injetando um líquido que irá inflamá-lo durante semanas? Ou seja: um provável processo doloroso e crônico. Além da possibilidade do desenvolvimento de um tumor!

Ora, creio que seja o sonho de consumo de ONGs e de muitos envolvidos com o conceito de posse responsável, a possibilidade de esterilizar um animal a baixo custo e sem pós-operatório. Produtos melhores e desenvolvidos através de grandiosos estudos são usados em outros continentes, porém com custo maior. Ou seja: a mentalidade de terceiro mundo continua. Existe um contentamento em se utilizar um produto não importando seus meios de produção, efeito e conseqüências, mas sim valorizando seu preço. Sua maior qualidade é ser barato?

Por um lado enxergo uma situação interessante, pois o primeiro passo foi dado e a criação de um contraponto é importante e visa a melhorias que agradem ao bom senso de todos. Mas, para isso, governantes devem estar dispostos a ouvirem as classes protetoras dos animais.

A alegação das entidades que se posicionam contra o produto é que o ministério da agricultura não revela as informações desse trâmite detalhadamente. O fato é que em sua apresentação foram distribuídas 10 mil doses gratuitamente, inclusive à prefeituras do interior do estado. Gentileza que pode custar caro lá na frente.

Prefeituras diminuem a taxa de reprodução de animais de rua, cai o índice de doenças como a leptospirose, sobe o idh de municípios, secretárias de saúde se gabam de (segundo a opinião deles) utilizarem um método humanitário para castrar os cães, contratos milionários são fechados enriquecendo mais um laboratório. Negócio lucrativo e rentável para todos. Exceto para o cão que é quem vai pagar o pato. Por enquanto, vamos acompanhar a dupla lá de cima e continuar rezando.

Pulgas – Como Acabar Com Essa “Praga”?

Pulga é o nome comum dos insectos sem asas da ordem Siphonaptera. As pulgas são parasitas externos que se alimentam do sangue de mamíferos e aves. Estes animais podem transmitir doenças graves como o tifo e a peste bubónica.


Elas afectam normalmente animais de estimação, como o gato, o cachorro, entre outros. Além de provocarem incômodo pelas picadas, transmitem vermes, parasitas sangüíneos e podem induzir a processos alérgicos, diminuindo a qualidade de vida dos animais. Uma pulga é capaz de pular a um metro de distância, o equivalente, em proporção de tamanho, a um humano saltar o comprimento de um campo de futebol.

Como acabar com elas:
Para avaliarmos a extensão da infestação, faça um teste simples: dê um banho antipulgas no seu animal e procure certificar-se que foram mortas todas as pulgas. Após secá-lo bem, solte-o na casa, mas não o leve para a rua. Uma hora mais tarde, verifique se o seu cão está com pulgas.
Considere:
- Nenhuma, uma ou duas pulgas foram encontradas: seu cão tinha uma pequena infestação e, provavelmente, pegou num passeio. Neste caso, o ambiente ainda não está infestado.
- Várias pulgas foram encontradas: sua casa possui um ou mais focos de pulga. O ambiente tem que ser tratado, assim como o cão.

Sabendo agora o nível de infestação do cão e da casa, tomamos as medidas necessárias:
Na casa: dedetização, 2 aplicações com intervalos de 3 a 4 semanas, ou uso semanal, no ambiente, de produtos anti-pulgas da linha veterinária (consulte o seu veterinário), até acabar com a infestação. No caso de optar por uma empresa que faça a dedetização, procure retirar o animal do local por 48 horas, no mínimo.
No cão: banhos anti-pulga semanais e aplicação de produtos anti-pulga tópicos de longa duração, a critério do seu veterinário.

Como prevenir a infestação de pulgas:

•Banhos anti-pulgas freqüentes (quando for possível);
•Uso de produtos anti-pulgas de longa duração em gotas para aplicar topicamente, spray ou por via oral (comprimidos);
•Deve-se evitar o uso do carpete em casas que têm animais. Pisos “frios” e bem rejuntados, sem frestas, evitam a proliferação das pulgas;
•Usar produtos anti-pulgas nas casinhas dos cães periodicamente. Tapetes ou cobertores de uso dos animais devem ser lavados com freqüência;
•Tosar os animais nas épocas mais quentes, para se controlar melhor as pulgas e facilitar os banhos;
•Alguns locais como praças, canteiros e jardins, podem ter focos de pulgas, por serem freqüentados por muitos animais. Se você perceber que o cão volta se coçando dos passeios, evite esses locais.
•Sempre que seu animal tiver uma infestação de pulgas, você deve consultar o seu veterinário para que ele prescreva um vermífugo. As pulgas podem transmitir vermes e causar anemia, além de perturbar e até mudar, temporariamente, o comportamento do seu animal, que vai ficar mais irritado, impaciente e exausto de tanto se coçar. Alguns cães chegam até a se mutilar, causando ferimentos graves pela coceira, além de poder causar doenças. Além de poderem causar dermatites alérgicas. Ao picar, a pulga libera uma substância anticoagulante, que causa coceira, inchaço e irritação.

Passaporte para animais

Os donos que não conseguem desgrudar dos animais de estimação nem mesmo na hora de viajar ganharam uma ferramenta que promete facilitar a liberação dos bichinhos nos passeios. Quando entrar em vigor, o Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos será emitido gratuitamente pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), e reunirá em um só documento todas as informações necessárias para que os animais possam transitar com segurança.

O passaporte é opcional e vale para viagens internacionais e nacionais, mas apenas animais que tiverem o microchip de identificação poderão receber o documento.

O decreto nº 7.140, que institui o uso do passaporte, entrou em vigor em 30 de março, mas ainda aguarda regulamentação. O objetivo é que os donos economizem tempo e dinheiro, considerando que o documento só será emitido uma vez e valerá por toda a vida do animal.

Informações essenciais, como o teste de titulação dos anticorpos da raiva, a carteira de vacinação e o Certificado Zoosanitário Internacional (CZI) - que antes eram adquiridos em papéis diferentes - ficarão somente no documento.

O passaporte será individual e intransferível e deverá conter informações como nome e endereço do dono, registro do bichinho no Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) e exames exigidos pelos países de destino.

O ministério vai divulgar em sua página na internet (www.agricultura.gov.br) a lista de países que aderiram ao modelo brasileiro de passaporte - o trânsito entre esses destinos também será livre de burocracia.

O decreto que institui o documento prevê ainda que o animal receberá, obrigatoriamente, uma identificação eletrônica: um microchip do tamanho de um grão de arroz, a ser implantado no corpo. Apenas clínicas veterinárias cadastradas podem realizar o implante, que custa entre R$ 70 e R$ 100, e vale por toda a vida do animal.

O veterinário Paulo Henrique Cândido alerta que alguns cuidados não devem ser dispensados pelos donos que levarem os bichinhos em viagens: o bichinho deve estar com as vacinas em dia e deve estar em jejum para não ter problemas.

De acordo com a coordenadora substituta do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), Rogeria Oliveira, caso o dono opte por não ter o passaporte, o procedimento será o mesmo de antes: requisitar a emissão do CZI, que será cobrado sempre que se sair do país, e do Atestado Sanitário para Cães e Gatos, toda vez que se ingressar no Brasil.

ATENÇÃO!
Embora a lei tenha entrado em vigor, o passaporte ainda não está disponível. Enquanto isso, os animais que viajarem para o exterior deverão estar acompanhados do CZI para serem aceitos nos países de destino.

Postado por Leandro Rodrigues às 15:47, em 25 25America/Sao_Paulo maio 25America/Sao_Paulo 2010

O QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA VIAJAR COM SEU BIXINHO

Animais precisam de "passaporte"


1. Informe-se no consulado do país que ver visitar sobre quais são os documentos necessários.

2. Ao pegar as informações, informe a raça e a espécie do animal. A legislação varia bastante.

3. Procure consultar o Ministério da Agricultura e o órgão responsável pela fiscalização ecológica do país.

O QUE O BRASIL EXIGE DOS ANIMAIS ESTRANGEIROS

1. Certificado de que o animal não sofre de raiva.

2. Guia do GTA (guia de transporte animal), fornecido pelo Ministério da Agricultura do país de origem.

3. Atestado que o animal não tem doença infectocontagiosa.

4. Aprovação de todos os documentos pelo consulado.

5. Autorização prévia do Ministério da Agricultura e do Ibama para o embarque.

6. Verificar se o animal é classificado como selvagem pelo Ibama. Se sim, não pode entrar no país.

COMO VIAJAR COM O ANIMAL DENTRO DO BRASIL

1. Tenha a Guia de Transporte Animal (GTA)para os animais domésticos. A guia tem validade de sete dias, para apenas um sentido da viagem.

2. O animal deve viajar dentro derecipiente adequado a seu tipo e tamanho, à prova de fuga ou vazamentos. Fêmeas em período de gestação não podem viajar de aviao.

3. Faça reserva para o animal com no mínimo 48 horas de antecedência.

4. No embarque tenha em mãos um atestado de sanidade animal, fornecido pela Secretaria Estadual de Agricultura, por algum posto do Departamento de Defesa Animal, ou pelo veterinário.

5. Apresente o comprovante de vacinação anti-rábica para animais com idade acima de quatro meses, com o nome do laboratório produtor e número de partida da vacina. A vacina deve ter sido aplicada num período mínimo de 30 dias e máximo de um ano, antes da viagem.

6. Normalmente, os animais são transportados no compartimento de cargas. Podem viajar na cabina em casos muito especiais e com pagamento de taxa suplementar. As exceções valem para cães treinados acomopanhando deficientes visuais, por exemplo.

7. As companhias aéreas exigem que o animal tome um calmente quando viajar na cabina. O passageiro tem que apresentar a receiba veterinária, com a dose de tranquilizante e o horário em que ele deve ser aplicado.