quarta-feira, 30 de junho de 2010

Akita

Protetor, prudente, afetuoso e corajoso. Excelente para crianças por ser muito paciente. Late pouco, nunca desnecessariamente, e é muito seguro de si. Este é o Akita, cachorro considerado monumento nacional no Japão. Possessivo com seu território, ele foi, até meados do século 19, propriedade exclusiva de samurais e seus senhores. Na guarda, seu comportamento não é ostensivo, como pode-se observar nos Dobermanns, por exemplo. Seguindo a tradição japonesa, o Akita mantém-se sempre em um local que ofereça boa visibilidade e se desloca apenas se achar necessário.

É também muito apegado ao dono, sendo considerado "cão de um dono só", sofre muito quando abandonado e, muitas vezes, não consegue se adaptar a um novo senhor. Além disso, de acordo com o livro "A Inteligência dos Cães", do especialista Stanley Coren, O Akita tem imensa dificuldade em aceitar ordens de estranhos – o que faz dele um ótimo guardião de propriedades e excelente companhia pessoal.

Lealdade acima de tudo

Uma das histórias mais célebres do Akita, e que ajudou a transformá-lo, definitivamente, em monumento nacional japonês, teve como protagonista um cão chamado Hachiko, na década de 1930.

Todo ano, em 8 de abril, ocorre uma cerimônia solene na estação de trem de Shibuya, em Tóquio. Centenas de amantes de cães se reúnem em homenagem à lealdade e à devoção de Hachiko, fiel companheiro do dr. Eisaburo Ueno, um professor da Universidade de Tóquio.

Em 1924, Hachiko foi enviado a casa de seu futuro proprietário, o Dr. Eisaburo Ueno, um professor do Departamento Agrícola da Universidade de Tóquio. A história dá conta de que o professor ansiava por ter um Akita há anos, e que tão logo recebeu seu almejado cãozinho, deu-lhe o nome de Hachi e, logo em seguida, passou a chamá-lo, carinhosamente, pelo diminutivo, Hachiko. Foi uma espécie de 'amor à primeira vista', pois, desde então, se tornariam amigos inseparáveis! O professor Ueno morava em Shibuya, subúrbio de Tóquio, perto da estação de trem de mesmo nome. Como fazia do trem seu meio de transporte diário até o local de trabalho, já era parte integrante da rotina de Hachiko acompanhar seu dono todas as manhãs. Caminhavam juntos o percurso que ia de casa à estação de Shibuya. Mas, ainda mais incrível era o fato de que Hachiko parecia ter um relógio interno e sempre, às 15h, retornava à estação para encontrar o professor, que desembarcava do trem da tarde, para acompanhá-lo no percurso de volta à casa.

Entretanto, algo de trágico estava para acontecer no dia 21 de maio de 1925. Hachiko, que na época tinha pouco menos de dois anos de idade, à hora certa, lá estava na estação como de costume, pacientemente à espera de seu dono. Só que o professor Ueno não retornaria naquela tarde de 21 de maio – sofrera um derrame fatal na Universidade. Naquele dia, o leal e fiel Akita esperou por seu dono até de madrugada.

Após a morte do professor Eisaburo Ueno, conta a história que seus parentes e amigos passaram a tomar conta de Hachiko. Mas, tão forte era o vínculo de afeto para com seu amado dono, que, no dia seguinte à morte do professor, ele retornou à estação para esperá-lo. Retornou todos os dias, manhã e tarde à mesma hora, na incansável esperança de reencontrá-lo, vê-lo despontar da estação de Shibuya. Às vezes, não retornava à casa por dias.

Foi assim por dez anos seguidos, repetindo a mesma rotina, razão pela qual já era presença familiar e pitoresca para o povo que afluía à estação. E ainda que, com o transcorrer dos anos, já estivesse visivelmente debilitado em conseqüência de artrite, Hachiko mantinha-se firme em sua vigília. Nada nem ninguém o desencorajava de sua peregrinação.

A história teve seu triste clímax em 8 de março de 1935, quando, aos 11 anos e 4 meses, Hachiko foi encontrado morto no mesmo lugar da estação onde, por anos a fio, esperou pacientemente por seu dono.

Hachiko, como não poderia deixar de ser, tornou-se um marco, um referencial de amizade talvez jamais igualável em qualquer era anterior ou futura na história japonesa. Sua lealdade recebeu o reconhecimento de todo o Japão. Em 21 de abril de 1934, um ano antes de sua morte, uma pequena estátua de Hachiko, feita de bronze pelo famoso artista japonês Ando Teru, foi desvelada em sua honra numa cerimônia perto à entrada da estação de Shibuya. Era a memória de Hachiko sendo imortalizada.

sábado, 19 de junho de 2010

O poder dos gatos

Mai pessoas hoje em dia têm gatos? Mais do que o número de pessoas que tem cães?

Aqui está uma série de informações sobre a vida secreta dos gatos. Todos os gatos têm o poder de, diariamente, remover energia negativa acumulada no nosso corpo. Enquanto nós dormimos, eles absorvem essa energia. Se há mais do que uma pessoa na família, e apenas um gato, ele pode acumular uma quantidade excessiva de negatividade ao absorver energia de tantas pessoas. Quando eles dormem, o corpo do gato libera a negatividade que ele removeu de nós. Se estivermos excessivamente estressados, eles podem não ter tempo suficiente para liberar tamanha quantidade de energia negativa, e conseqüentemente ela se acumula como gordura até que eles possam liberá-la. Portanto, eles se tornarão obesos - e você achava que era a comida com que você os alimentava!

É bom ter mais do que um gato em casa para que a carga seja dividida entre eles. Eles também nos protegem durante a noite para que nenhum espírito indesejável entre em nossa casa ou quarto enquanto dormimos. Por isso eles gostam de dormir na nossa cama. Se eles verificarem que estamos bem, eles não dormirão conosco. Se houver algo estranho acontecendo ao nosso redor, eles todos pularão na nossa cama e nos protegerão.

Se uma pessoa vier a nossa casa e os gatos sentirem que essas pessoas estão ali para nos prejudicar ou que essas pessoas são do mal, os gatos nos circundarão para nos proteger. Quando meus gatos começaram a fazer isso comigo, eu não entendia porque eles ficavam em cima de mim ou aos meus pés. Eu soube depois que eles estavam me protegendo. Então, meus ouvidos e meus olhos buscam imediatamente ver a reação dos meus gatos para ver o que eles farão quando alguém entra em minha casa. Se eles correm para a pessoa, cheiram-na e querem ser acariciadas por essa pessoa, eu sei que posso relaxar.

Dívida a resgatar

Se você não tem um gato, e um gato vira-latas entra em sua casa adotando-a como lar, é porque você precisa de um gato em casa nessa época em particular. O gato vira-latas voluntariou-se para ajudar e escolheu você. Agradeça ao gato por escolher sua casa para esse trabalho. Se você tem outros gatos e não pode ficar com o vira-latas, encontre um lar para ele. O gato veio a você por um motivo, desconhecido para você a nível físico, mas em sonhos você pode ver a razão para o aparecimento do gato nessa época, se você quiser saber. Pode acontecer de haver um débito cármico que ele tem que pagar a você.O espírito que o acompanha pode ter feito algum mal a você em outra vida e deve resgatar essa dívida protegendo você nesta vida. Portanto, não afugente o gato. Ele vai ter que voltar de um modo ou de outro para realizar esta obrigação.

BRUCELOSE CANINA

A Brucelose Canina é causada pela bactéria Brucella canis , porém há relatos de infecção por Brucella abortus, Brucella suis e Brucella melitens .
O sexo, a estação do ano e o clima não têm influência na apresentação da doença, mas a idade sim, pois as brucelas são mais infectantes para animais jovens, ainda que possam ocorrer em outras faixas etárias.
A transmissão da Brucella canis dá-se por contato direto com o microorganismo que penetra pelas mucosas. As infecções geralmente começam pela penetração das mucosas da boca e nariz (ato de cheirar e lamber), mucosas conjuntivas ou mucosas genito-urinárias pelo agente. Ocorrem infecções intra-uterinas que frequentemente levam cadelas prenhas ao aborto. Corrimentos vaginais, tecidos placentários e fetos abortados contêm grande número da bactéria . Há relatos de transmissão por meio de fômites, tais como vaginoscópios, seringas contaminadas, transfusão sangüínea e inseminação artificial.
O contato direto com tecidos e corrimentos pós-parto ou pró-aborto é a maneira mais comum de infecção pelas mucosas do focinho e da boca. Os cães machos em reprodução apresentam maiores chances de infectarem-se pelo contato oronasal com as secreções vaginais de uma fêmea no cio contaminada do que propriamente pelo acasalamento embora esta também se dê e tenha bastante importância, pois esse tipo de transmissão é mais efetiva quando um macho infectado acasala com uma fêmea suscetível, pois tais machos expelem grande quantidade de Brucella canis no líquido seminal durante diversas semanas após a infecção inicial. O microorganismo localiza-se na próstata e no epidídimo do macho, portanto são expulsos pelo sêmen e pela urina de forma intermitente num período de dois anos aproximadamente ou mais.
Frequentemente, essas infecções são assintomáticas . Depois que o microorganismo penetra no animal pelas membranas mucosas, ele alcança os linfonodos daquela região ou multiplicam-se dentro dos macrófagos.
Depois disso ocorre uma multiplicação dos microorganismos no animal que pode durar até dois anos ou mais, se o cão não for tratado com antibióticos específicos. Embora a infecção por Brucella Canis seja sistêmica, os cães infectados não terão uma doença sistêmica ou generalizada.

Sinais Clínicos:
Nos cães adultos, a infecção não promove alterações clínicas evidentes, entretanto os principais sinais clínicos da brucelose canina se associam com o trato reprodutor.
Nas fêmeas ocorre aborto depois de 45-55 dias de gestação. Embora o aborto no terço final seja a forma clássica. A interrupção da gestação pode ocorrer em qualquer fase, inclusive morte embrionária precoce, responsável pela causa de infertilidade.
O transtorno mais comum nos machos é a infertilidade. O exame físico revela epididimite em um ou em ambos os epidídimos, podendo ocorrer atrofia testicular e dermatite escrotal. O sêmen dos machos afetados geralmente contém grande número de espermatozóides anormais (80-90%) e células da inflamação, especialmente durante os 3 primeiros meses posteriores a infecção. Os machos cronicamente enfermos podem apresentar azospermia (ausência de espermatozóides). As principais alterações na morfologia espermática são: espermatozóides imaturos, alteração acrossomal, edema de peça intermediária, gotas citoplasmáticas, caudas dobradas, destacamento de peça intermediária e aglutinação de espermatozóides.
Os sinais inespecíficos em ambos os sexos incluem: letargias, perda de libido, envelhecimento prematuro e aumento generalizado dos nódulos linfáticos.

Diagnóstico:
É difícil porque os antígenos de superfície da Brucella produzem reação cruzada com os anticorpos contra outros microorganismos não patológicos comumente ligados aos cães. Portanto, faz-se sorologia utilizando, principalmente, material do exsudato vaginal, mas também pode ser feito do sangue, leite ou sêmen dos cães infectados.

Tratamento:
É difícil e oneroso. Até o momento não se conhece tratamento eficaz, fazendo-se uso de antibioticoterapia, a bacteremia cessa e há declínio do nível de anticorpos circulantes, o que não significa erradicação da doença, pois se interrompendo a administração de antibióticos o animal volta a ser soropositivo.

Profilaxia:
Não existem vacinas disponíveis. A prevenção depende do exame de todos os cães antes do acasalamento, inseminação ou ingresso de outro animal no plantel e do controle sorológico com castração e isolamento de cães positivos.
As fêmeas devem ser examinadas várias semanas antes do cio.
Recomenda-se testar todos os animais do plantel anualmente, ou quando surgem problemas como abortamentos ou falhas reprodutivas.
É importante salientar que a brucelose é uma zoonose, portanto, é preciso oferecer especial atenção aos funcionários do canil que cuidam dos animais, pois estes, além de terem o risco de se infectar podem funcionar como fontes de infecção. Assim, cuidados na manipulação dos animais e higiene rigorosa do canil devem ser aplicados.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

quarta-feira, 9 de junho de 2010